sexta-feira, 22 de junho de 2012

Como organizar o orçamento familiar

Amigos/as de RH,


Segue como sugestão um excelente curso On-Line que pode ser feito gratuitamente pela FGV:  Como organizar o orçamento familiar


Esse curso tem como objetivo proporcionar o conhecimento necessário para que as pessoas sejam capazes de planejar sua vida financeira e organizar seu orçamento familiar.

Ao final do curso, você deverá estar apto a planejar sua vida financeira, organizar o orçamento individual e familiar e aprender a organizar a sua vida financeira em casos de endividamento.



Segue link de acesso: 
http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitosIcatu.aspx?id_curso=OCWOFEAD_00_01/2011_1




Abçs


Bruna Assunção Abdanur
brunabdanur@hotmail.com





quarta-feira, 20 de junho de 2012

Empresa vai indenizar candidata a emprego que caiu durante processo de seleção


A mulher escorregou e quebrou o ombro esquerdo. Ela alegou que o chão estava molhado, impregnado com sabão e gordura


Publicação: 20/06/2012 09:38 Atualização: 20/06/2012 10:04

Uma empresa de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi condenada a indenizar uma candidata a emprego que caiu e quebrou o ombro durante um processo de seleção. O juiz Henrique Alves Vilela da 5ª Vara do Trabalho proferiu decisão favorável a uma mulher que concorria a vaga de auxiliar de cozinheira e sofreu o acidente nas dependências da empresa.

A trabalhadora relatou que caiu durante um teste prático para admissão na empresa. A mulher escorregou e quebrou o ombro esquerdo, ficando temporariamente incapacitada para o trabalho. Ela alegou que estava usando sapato comum e o chão estava molhado, impregnado com sabão e gordura, o que provocou a queda.

A empresa alegou que não manteve relação jurídica com a candidata, que não era ainda empregada. Acrescentou ainda que sempre fornece a todos os empregados e visitantes os equipamentos de segurança necessários ao trânsito no interior da empresa. A distribuidora ainda alegou que é improvável que a trabalhadora tenha escorregado na água, sabão e gordura, pois era horário de almoço, com pessoas transitando no local.
Porém o juiz entendeu que ocorreu por negligência da distribuidora, pois ficou comprovado por perícia que o chão estava molhado. O magistrado levou em consideração que, embora a candidata não fosse empregada, a empresa tinha a responsabilidade em relação à segurança dos candidatos do teste pré-admissional em suas dependências.

A empresa foi condenada a pagar uma indenização de R$4.135,30, por danos morais. O juiz sentenciante fixou esse valor levando em consideração o porte médio da empresa, que tem 11 filiais, o grau de culpa leve da ré pela ocorrência do acidente, o salário da vaga de cozinheira almejado pela reclamante - de R$510,00 - e o dano de pouca extensão sofrido pela trabalhadora. 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Siderúrgica pagará US$ 25 mi a ex-funcionário por discriminação racial


14 de junho de 2012 • 00h20 •  atualizado 00h32




A companhia siderúrgica ArcelorMittal terá de pagar US$ 25 milhões de indenização a um ex-funcionário da fábrica da cidade de Lackawanna (Nova York) por discriminação racial durante anos, publicou nesta quarta-feira o jornal Buffalo News.

Elijah Turley, um afro-americano que trabalhou para a gigante do aço entre 2005 e 2008, receberá a quantia após o júri encarregado do caso decidir por unanimidade considerar a empresa como responsável pela cultura de discriminação racial que se instaurou na fábrica.
Durante o julgamento de três semanas, Turley declarou ter sofrido assédio dos colegas de trabalho, que, segundo ele, o chamavam de "macaco". Afirmou que uma vez chegou a encontrar um macaco de pelúcia pendurando do espelho retrovisor de seu automóvel
.
"É absolutamente impactante que um caso como este esteja nos tribunais em 2012", disse em suas alegações finais o advogado do trabalhador, Ryan Mills, para quem a situação "deveria ser vista como atroz e intolerável em uma sociedade civilizada".

Turley revelou também durante o julgamento que, numa ocasião, encontrou dizeres pichados alusivos ao Ku Klux Klan (grupo americano que prega o racismo) nas paredes da fábrica onde trabalhou durante 14 anos.

Após conhecer a sentença, a ArcelorMittal emitiu um comunicado de imprensa no qual garantiu que a empresa adota a política de "tolerância zero" à discriminação e ao assédio, e deixou entrever a possibilidade de recorrer da sentença. "Estamos surpresos pela decisão de hoje. Consideramos a multa excessiva", acrescentou a nota da empresa.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Super Queimão de Livros para seu RH - Os Melhores Exemplares pelo Menor Preço!


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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Sem olhar para trás


RH, volte ao básico


Devido à pressão por se tornar mais estratégica, a área de recursos humanos andou deixando de lado algumas questões básicas de seu trabalho e que são importantes para o bom andamento de uma empresa, como redução de custos, melhora no desempenho, saúde e segurança dos funcionários, dentre outros. Essa é uma das conclusões de um estudo feito pela consultoria LHH/DBM, que ouviu 473 executivos da área para saber quais são os valores desses profissionais.

Na pesquisa, os RHs mostraram que mantêm como valores pessoais conceitos como comprometimento, ética, aprendizagem contínua e atitude positiva. E ao comparar seus valores com os da cultura corporativa, eles veem com maus olhos questões básicas para os negócios, como redução de custo e foco no curto prazo — vistas como burocráticas. Ao imaginar como seria a cultura corporativa ideal, eles deixam de fora o básico do básico, como a orientação para resultados e a relação com clientes.

"Valor é aquilo que é importante para nós, e tomamos nossas decisões baseados nisso", disse Cláudio Garcia, presidente da LHH/DBM à revista VOCÊ RH (edição20). "E, quando o RH tira da lista de valores coisas básicas, ele mostra que, numa tomada de decisão, deixará isso de lado".

"Isso pode passar para o colaborador e para o acionista a imagem de que a melhoria nos processos, a saúde financeira, salários e benefícios não serão levados em conta no momento da decisão", comentou Carla Virmond de Mello, diretora da LHH/DBM na região sul, em evento promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional do Paraná (ABRH-PR).

Ouvir as necessidades dos funcionários - e estimular os líderes a fazerem o mesmo - também é uma das tarefas básicas e essenciais do RH e que precisa voltar para a agenda dos executivos. De acordo com a pesquisa, os valores pessoais dos entrevistados não contemplam questões de relacionamento - que pode ser definido como reconhecimento do funcionário, solução de conflitos, comunicação, satisfação do cliente e amizade.

O ideal seria que os RHs atuassem buscando um equilíbrio, isto é, voltando ao básico, sem no entanto correr o risco de voltar a ser um departamento pessoal.

Fonte: Site Você RH -  01/06/2012 » Carreira do RH

domingo, 10 de junho de 2012

Teste de Memória - BBC UK



Um bom teste para você saber
como anda sua memória!



1ª parte
É apresentado 1 quadro com 12 rostos.

2ª parte: 
É apresentado um 2º quadro com mais 12 rostos.
Observe cada rosto atentamente e procure memorizar os rostos que pertencem ao 1º quadro e os rostos que pertencem ao 2º quadro.

3ª parte:
São apresentados 48 rostos e lhe é perguntado quais você já viu e se estavam no quadro 1 ou no quadro 2.
No final você tem o resultado do seu teste.

Divirta-se!



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Você é feliz?

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ELEFANTE ACORRENTADO





Você já observou elefante no circo?
Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais.
Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir. Que mistério!!!
-Por que o elefante não foge?
Perguntei a um amestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está amestrado. Fiz então a pergunta óbvia:-Se está amestrado, por que o prendem?
Não houve resposta! Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada.
Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Jamais, jamais voltou a colocar à prova sua força.
Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", "que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que "a corrente da estaca" ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim".
De vez em quando sentimos as correntes e confirmamos o estigma.
A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Vá em frente!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

“Eu só trabalho aqui...”


Luiz Almeida Marins



Eu não acreditava no que estava ouvindo!
Eu perguntei à pessoa que atendeu uma coisa, duas coisas, três coisas a respeito da empresa e da loja, dos produtos que vendia. Ela não sabia quase nada!
Quando disse a ela que ela parecia não conhecer muito sobre a própria empresa, ela respondeu:

 “- Eu só trabalho aqui...”

Parece mentira mas há pessoas que realmente são colocadas na loja,  e não recebem sequer um mínimo de treinamento. Quando muito são “adestradas” em dizer “bom dia” ou “boa tarde”.
Ou mesmo no uso de um equipamento telefônico,  mas não se lhes é explicado o que é a empresa, a loja, qual a sua linha completa de produtos ou serviços, o que ela realmente faz,
quem são seus principais clientes, quem são as pessoas com as quais mais se relaciona, quem são os principais fornecedores, etc.   

As pessoas são colocadas a trabalhar sem que passem por um treinamento de integração com os demais funcionários, o que a empresa ou loja pretende ser no futuro, se faz ou não parte de uma cadeia de lojas, de franquia. Se franquia ou filial, quem é o franqueador, de onde vem, como é nos outros lugares, etc., etc.. Se é uma empresa que tem franqueados, quem são esses franqueados. Se tem filiais, onde estão, como são, etc. Não são apresentadas formalmente à própria marca, não fazem degustação ou experimentam os produtos que a empresa fabrica e comercializa. São simplesmente jogadas em situação de trabalho e por isso não sentem-se comprometidas com a empresa e só podem dar a resposta que a atendente me deu:

 “- Eu só trabalho aqui...”

E é assim que realmente se sentem. Não vêm a hora em que o expediente acabe para ir embora. Não se interessam por nada, pois que não sabem sequer pelo quê deveriam se interessar.
Ficam como verdadeiros autômatos que no final do dia vão para casa e no final do mês recebem um salário.

E aí o patrão reclama, a patroa reclama dizendo: “Não se faz mais empregados como antigamente...”. A verdade é que antigamente as pessoas sabiam mais sobre a empresa, sobre a loja em que trabalhavam, os produtos eram em menor número, os concorrentes também. Hoje o número de concorrentes, produtos, marcas, fornecedores é imenso. Tudo mudou!

Sempre ouço que os funcionários de hoje não são comprometidos com a empresa, com a loja e nem mesmo com o cliente. Muitas vezes isso é realmente verdade. Há funcionários ruins mesmo.
Mas por que são tão ruins? Será só má vontade? Muitas vezes os patrões inferem que os subordinados saibam as mesmas coisas que eles patrões sabem. Isso é um grande erro.
O patrão, o lojista, o empresário, o dono ou dona, tem contatos o dia todo que seus funcionários não têm. Têm um nível e gama de informação que seus funcionários não têm.
Sem comunicar constantemente essas informações, visão de futuro, etc., aos seus funcionários, como exigir que eles se comprometam?

Para que seus funcionários sejam realmente comprometidos é preciso que sejam treinados, treinados e treinados. Do contrário você terá em sua empresa um time que “só trabalha lá” e que dará a seus clientes “momentos trágicos” ao invés de “momentos mágicos”.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Nunca é tarde para recomeçar ...

"Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira

Ao se formar, Adriana Araujo queria ser Gerente de Marketing em uma multinacional, morar e trabalhar no exterior, além de ter uma posição de destaque na sua área de atuação. Ela conseguiu. Trabalhou no Brasil, na Venezuela, na França e nos Estados Unidos em posições gerenciais. Mas quando atingiu seu objetivo, Adriana não se sentia feliz. Na caminhada até seu objetivo ela descobriu que o ela queria era fazer outra coisa. E ela fez. Tudo de novo.

Conheça a história da Adriana Araujo, que com muito humor e alto astral, me concedeu a entrevista abaixo.

1.Você consolidou uma carreira na área de Comunicação e Marketing, inclusive com vivência internacional. Como foi desperdiçar sua experiência nesta área e abandonar tudo para mudar de profissão? 
Acredito que nada na vida se desperdiça. Construí uma carreira de 9 anos em Marketing e não me arrependo nem um pouco. Fiz coisas maravilhosas em escopo regional e global. Conheci muitas culturas, maneiras de consumo distintas, costumes, e foi aí que começou meu interesse pelas pessoas!
Creio que esta vivência toda tenha me levado a reavaliar minha trajetória e despertar um questionamento interno. O que de fato eu queria para minha vida?

2.Qual foi a maior dificuldade desta decisão? 
Eu havia traçado uma meta na minha vida: trabalhar em uma grande multinacional, ter uma experiência no exterior, um cargo de destaque e “casa comida e roupa lavada” (risos). Depois de ter conquistado isto tudo ficou a questão do “e agora, o que mais?” Este desafio não me preenchia mais, sentia um grande vazio. Fiquei mais de um ano sem saber a resposta para a desmotivação que eu sentia mesmo tendo atingido tudo o que havia desejado. Para ser mais objetiva diria que o mais difícil foi admitir para mim mesma que precisava buscar outro caminho. Não seria nada fácil, mas com certeza me faria mais feliz.



3.Em nossa conversa, você comentou de interesses em outras áreas do conhecimento como Naturismo. Isto ajudou na sua decisão ou ainda é outro sonho a ser perseguido?
 A direção do Naturismo veio da vontade que sempre tive de fazer a diferença na vida das pessoas. Pensei em abrir um SPA Urbano para que pessoas tivessem um refúgio em momentos de estresse. Eu acreditava que entenderia a realidade destas pessoas uma vez que eu mesma já havia me sentido perdida em meio a milhões de questionamentos. Nesta época trabalhava em São Paulo na mesma multinacional que trabalhei fora do Brasil. Como pedi demissão e voltei para o Rio e a faculdade de Naturismo só existia lá, decidi pensar em alternativas. Foi então que cheguei na idéia de trabalhar em RH.

4.Para ganhar experiência em RH, você iniciou sua carreira “novamente”, e deixou uma posição de gestão em marketing para ser analista júnior em RH. Como foi comunicar isto para seus amigos, para sua família e – o mais importante – como foi comunicar isto para você mesma todos os dias antes de ir para o trabalho? 
Nada fácil. Antes disso eu cheguei a dar aulas de inglês em um curso renomado do mercado. Sinceramente, dar aula foi uma experiência maravilhosa. A cada dia, a cada turma e a cada aula eu percebia o quanto conseguia agregar na vida das pessoas através da minha boa vontade e didática que nem sabia que tinha. No entanto, tinha o outro lado da moeda: a decepção do meu pai, a culpa que eu sentia por ter feito esta movimentação, a grana que era curtíssima, a mudança total de estilo de vida, a vergonha que sentia por vezes de não estar no nível que minhas companheiras de trabalho estavam. Foi quando fui buscar auxílio. Tomei duas novas iniciativas:  Meditação e Terapia. Esta dupla me ajudou muito a me diferenciar das cobranças sociais e focar em mim mesma. Hoje medito praticamente todos os dias.

5.Em algum momento você teve dúvidas se estava no caminho certo e teve vontade de desistir do seu plano e voltar atrás? 
Sabia que deveria mudar meu caminho, mas não sabia se o caminho que eu havia escolhido era o caminho certo. Certa vez a grana ficou tão curta que comecei a me candidatar para vagas de Marketing para poder ganhar mais mesmo sabendo que seria infeliz. Mas logo caí na real e percebi que havia levado 9 anos para construir minha carreira em MKT e que agora precisava me dar mais tempo e não me cobrar tanto para ter resultados mais concretos em RH.

6.O que uma pessoa que pensa em mudar de carreira ou de área de atuação como você fez deve levar em consideração?
 É preciso ouvir os sinais do corpo e do emocional. Se a pessoa não está feliz, se esforça muito para ir trabalhar todos os dias, não vê sentido no que faz, não tem um propósito a ser atingido com seu trabalho e o único foco do trabalho é pagar as contas, é preciso repensar. Neste caso, é preciso levar em consideração o que se deseja de verdade, e quantos passos para trás serão permitidos pela sua estrutura de vida. É importante também ter um plano de ação para a mudança, um forte apoio familiar e terapêutico se for o caso. O caminho não será fácil!

7.Alguma última mensagem para os leitores do blog?
 Coragem! Eu tenho o costume de dizer que uma pessoa de 40 anos hoje em dia vive facilmente até os 80, ou seja porque não mudar? Dez anos bem vividos valem mais do que 60 anos de frustração. Mudem! Mudem de casa, de carro, de carreira, de parceiro, mas sejam fiéis a si mesmos, aos seus valores e a tudo que acreditem. O que move o mundo é a mudança, então por que não sermos um agente impulsionador do mundo?

Hoje Adriana ocupa a posição de Gerente de Recursos Humanos em uma empresa multinacional no segmento de IT".

Fonte: www.vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar

domingo, 3 de junho de 2012

A BENÇÃO E A ALEGRIA DE SER RH


Existe um país chamado RH. Nele "mora" um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal. 


Gente que recruta, seleciona e contrata, também paga, desconta e aposenta. Povo que cuida da saúde, do alimento, providencia o transporte, cuida de quem bebe, de quem fuma, de quem tem problemas e pendências. Povo que treina, desenvolve e recicla, que briga pelo salário e pelo benefício, conversa com o sindicato e com a direção . Fiel da balança entre o Capital e o Trabalho.
Cuida de um, pensando no outro. 


Gente que apesar de tanta função, prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das pessoas, "reinventar" a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpa talentos.


Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, "um olho na missa e o outro no padre", tempo para educar e tempo para punir. Plural e Singular. 


A sina do RH é atuar na contradição, "ser empregado esquecendo que o é, ser patrão lembrando que não o é".


Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos , alguns dizem que chamar o homem de "recurso" não pega bem , inventaram Departamento de Gente , Setor de Pessoas , Área de Pessoal , nomenclaturas onde o que conta são as posturas.Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, trabalhar como missão, exercer o oficio com sensibilidade e razão. Ter nervos de aço, ser a régua e o compasso.

sábado, 2 de junho de 2012

Pedra Papel Tesoura?





Quando criança, muitas vezes brincamos de tesoura, pedra e papel na esperança de conseguir ser o mais forte ou esperto frente ao outro. Nessa brincadeira, os atributos de cada um são bem definidos: a pedra é sempre mais forte que a tesoura, que corta o papel, que encobre a pedra.

Ganhar no jogo significava incorporar um atributo capaz de superar o outro naquele momento, sabendo que na próxima rodada estaremos novamente expostos à fragilidade ou força do objeto escolhido. Na vida profissional, estamos o tempo todo “brincando” também de superar ou ganhar um jogo. E quem se dá melhor?

No jogo empresarial as regras são implícitas e, muitas vezes, difíceis de serem assimiladas. Aqui, o papel pode se rasgar ao encobrir a pedra, a tesoura pode cortar uma pedra, feita apenas de fantasias, e o papel pode representar autoridade e poder, superando qualquer outro atributo. Isso porque o ambiente de trabalho é extremamente dinâmico, traz valores e significados diferentes para nossas potencialidades e fragilidades dependendo da situação ou momento vividos.

Alguns profissionais se ressentem da necessidade constante de atenção e adaptação às mudanças, pois se percebem mais confortáveis com a estabilidade e a previsibilidade. A tendência à estabilidade e previsibilidade é uma reação emocional esperada ao ser humano.

Qualquer mudança, em um primeiro momento, provoca dois sentimentos desagradáveis: medo e ansiedade. Portanto, naturalmente preferimos evitar viver a mudança para nos resguardar de possíveis dores. Claro, que passado o susto e a resistência iniciais é possível descobrir possibilidades infinitas. Mesmo com essa atitude reacional de medo e ansiedade, é preciso estarmos atentos aos movimentos do ambiente e como cada atributo seja de um colega, chefia, cliente, fornecedor se posiciona em relação às nossas próprias características, em um determinado momento.

A relatividade das funções e atitudes profissionais é uma das características das organizações que mais deixa os profissionais inseguros e perplexos. Diariamente convivo com perguntas do tipo: Mas, ele foi contratado para ser tesoura, como não consegue cortar papel? E, como consultora, explico que apesar de parecer tesoura aquele profissional foi promovido, não para cortar, mas para não deixar papéis voarem. Ou ainda, que aquela profissional, apesar de não parecer, é uma pedra difícil de ser encoberta.

No dia a dia de trabalho, o jogo entre o profissional e o ambiente requer atributos de cada um dos objetos da brincadeira infantil: temos que aprender a ser pedra, tesoura e papel. Pense nessa analogia para rever posicionamentos e expectativas profissionais.


Texto da Psicóloga Maria Helena Guimarães - FUMEC - Belo Horizonte - M
 G

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Extrato FGTS pela Internet



Abaixo uma nota da Caixa - referente Extrato FGTS pela Internet.
CAIXA lançou nova forma de login para acessar o extrato e demais serviços de FGTS pela internet.
Agora qualquer trabalhador pode cadastrar a Senha Internet e acessar seu extrato da conta vinculada de FGTS online, não sendo necessário ter a senha ou o cartão do cidadão.
Por meio do acesso aos serviços do FGTS na internet é possível: 
-  consultar o extrato de todas as contas de FGTS com saldo;
 
-  atualizar o endereço para recebimento do extrato bimestral de FGTS e informações sobre outros benefícios sociais;
 
-  atualizar nº de celular para recebimento de SMS com informações sobre depósito mensal, saldo atualizado e demais  movimentações da conta vinculada do FGTS;
-  atualizar endereço de e-mail para recebimento do extrato do FGTS por e-mail.
  
Para acessar o extrato FGTS:
 
- Acessar o site da Caixa (
www.caixa.gov.br) 
- Clicar no botão “FGTS”.
 
- Clicar em “Saiba tudo sobre FGTS” e depois em “Extrato do FGTS”.
   
Célula de Relacionamento Empregador 
GIFUG/BH -  GI Fundo de Garantia Belo Horizonte/MG
 
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL