terça-feira, 14 de agosto de 2012

Salário profissional x salário mínimo legal

"A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, por unanimidade, negar a um engenheiro da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A a vinculação de seu salário profissional ao salário mínimo legal. A decisão reforma o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) que considerou válida a previsão da Lei 4.950-A/66 autorizando a vinculação do salário profissional dos engenheiros ao salário mínimo.

O Regional entendeu que a referida lei foi recepcionada pela Constituição Federal, e concedeu ao engenheiro as diferenças entre o piso profissional e os salários pagos efetivamente. Para os magistrados daquela Corte, este entendimento estaria consolidado na Orientação Jurisprudencial 71 da SDI-2
Em recurso ao TST a empresa de águas sustenta que a Lei 4950-A/66 já teve a sua inconstitucionalidade declarada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no tocante à fixação do salário profissional vinculado ao salário mínimo.



O relator do acórdão na Turma, ministro Walmir Oliveira da Costa, concordou com os argumentos da empresa. Destacou que o STF já editou a Súmula Vinculante nº 04, no sentido da impossibilidade de utilização do salário mínimo "como fator de reajuste automático da remuneração de profissionais", por ofender o artigo 7º da CF. Aplicando esse entendimento, o Supremo tem se posicionado no sentido da vedação constitucional de fixação do salário mínimo profissional como previsto na Lei 4.950-A/66.

Walmir Oliveira cita ainda como fundamento, a recente decisão no mesmo sentido, proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski do STF, ao relatar o ARE 689583/RO, publicado no DJe de 15/06/2012.
Dessa forma, seguindo o voto do relator, a Turma, por unanimidade, conheceu do recurso da companhia de águas por violação ao artigo 7º, IV da CF e no mérito, também por unanimidade, afastou a vinculação do salário profissional ao salário mínimo."


Fonte: Dirceu Arcoverde / RA - Processo – RR-41-09.2010.5.05.0371

terça-feira, 24 de julho de 2012

Dicas de como agir após a contratação.

O seu comportamento e suas ações irão definir o seu perfil dentro da empresa, na visão de seus colegas e superiores. Sendo assim, é fundamental o profissional se preparar e ficar atento às questões da empresa, como ritmo, comunicação e a expectativa do chefe para o seu cargo”, afirma a consultora de Desenvolvimento Humano da M&S e psicóloga, Elisabete Oliveira.

Para suprir a expectativa e se dar bem nessa nova fase, além de estar alerta com o que acontece ao seu redor, é necessário saber lidar com a mudança. “Pensar como o profissional pode ser simpático, como ser agradável e como ser solista. Essa última característica é muito importante, pois é o que menos se vê no ambiente corporativo, pela competição excessiva da equipe. Ouvir as pessoas e querer ajudá-las são algumas dicas que poderão conquistar seus colegas”, comenta a consultora.
Uma outra dica é prestar atenção na hora da entrevista: ver como as pessoas se vestem, se são mais extrovertidas, entre outas características que, se for chamado, saberá como agir nos primeiros dias e a possibilidade de dar uma boa impressão ao seu chefe, será maior. “Ele saberá que o profissional já está alinhado com a empresa e que faz parte da equipe”, comenta Oliveira.
Mas, às vezes, o nervosismo fala mais alto. Nesta hora, a melhor solução é pesquisar na internet os valores e as principais atividades da empresa, inclusive, se for possível, ver a área de atuação e estar ciente de suas funções.

O que não fazer

Há uma série de erros que muitos novos profissionais cometem logo no começo, que certamente, poderá prejudicá-los para a ascensão da carreira no local ou, no caso dos estagiários, uma possível efetivação.
O grande e mais comum erro que os profissionais fazem, aponta Oliveira, é chegar no novo emprego com a postura do anterior. O ritmo da empresa antiga, como ele lidava com os colegas e com seus superiores, alguns possíveis pontos negativos do dia a dia, como chegar atrasado ou sair mais cedo. “Ter o vício da rotina é ruim, pois é preciso mostrar eficiência e pró-atividade e aproveitar que é novo para dar opiniões, pois tem uma nova visão de prováveis pequenas falhas que os outros não percebem no dia a dia”, afirma Oliveira.
Ter medo de perguntar também é outro deslize frequente. “Melhor perguntar do que deduzir. Também mostrará interesse em aprender rápido o seu trabalho e saber sobre a empresa”.






O novato é o chefe

Conquistar o chefe é difícil. Imagine se o novo profissional é o próprio chefe e o dever não é conquistar um, mas vários empregados. “Muitos subordinados têm aversão à nova chefia, seja por falhas da gestão anterior, ou por um chefe muito querido pela equipe que foi demitido”, explica Oliveira.
O que se deve fazer nessa situação, é se apresentar: mostrar como trabalha, quais seus objetivos na empresa, o que espera da equipe, tópicos relevantes para uma boa convivência e para deixar claro o que o chefe espera dos empregados.
Se for uma equipe pequena, o melhor a fazer também é conversar com cada um e ver o que ele gosta do trabalho, o que ele espera da empresa, quais os objetivos profissionais, quais suas funções e se gostaria de mudar para outra área da empresa. Assim, mostrará que o chefe está preocupado com seus subordinados e eles, por sua vez, se sentirão mais à vontade para contar a um novato suas experiências e expectativas sem ter medo de repressão”, aconselha a consultora".

Fonte: www.administradores.com.br

 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Faleceu ontem ...

 
 
 
 
 
 
 
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, SEUS PROFESSORES MUDAM,QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda"."

Estabiliddade Acidentária x Contrato Experiência

"Trabalhador ganha direito a estabilidade acidentária em contrato de experiência

 

 Em 2006, na época com 23 anos, o trabalhador perdeu parte da perna direita ao se envolver em acidente de trânsito logo após sair do trabalho. Algumas semanas depois tentou voltar ao serviço, mas a Veronesi, segundo ele, teria se negado a reintegrá-lo, pois não dispunha de função compatível com sua nova condição. Para a empresa, o ex-empregado teria direito apenas ao auxílio-acidentário.

 

De acordo com o artigo 118 da Lei 8.213/81 (Lei de Benefícios da Previdência Social), o segurado, quando sofre acidente de trabalho, tem direito à manutenção do contrato de trabalho pelo prazo mínimo de 12 meses. Todavia, para a Veronesi, essa estabilidade provisória não era compatível com contrato de experiência, e só valeria para contratos por prazo indeterminado.

 

O relator do recurso na SDI-1, ministro Horácio Raimundo de Senna Pires, disse não ser possível restringir a estabilidade provisória decorrente do acidente de trabalho, pois a lei não faz distinção entre contrato por prazo determinado e indeterminado. Pires lembrou decisão recente do Supremo Tribunal Federal estendendo os direitos sociais do artigo 7º da Constituição Federal ao contratado temporariamente. E ressaltou que, embora o caso seja de contrato de experiência, seria pertinente adotar o princípio que diz que "onde existir a mesma razão, deve-se aplicar o mesmo direito"."

 

Fonte: www.tst.jus.br

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Currículo: veja os erros que automaticamente descartam qualquer candidato


Pesquisa da Career Builder revelou que erros de ortografia ou digitação é principal motivo de desclassificação



Na busca por um emprego, as primeiras informações e impressões sobre você estarão no seu currículo. Por conta disso, não é muito difícil imaginar o estrago que erros cometidos nesse papel podem causar. Uma pesquisa feita pela Career Builder revelou o que faria os recrutadores descartarem automaticamente um candidato.
E a maior parte deles parece não gostar de erros de ortografia e digitação. Dos mais de 2 mil recrutadores entrevistados, 61% afirmaram que descartaria na hora um candidato que apresentasse um currículo com esse tipo de problema. Ainda, 41% dos recrutadores não aceitam candidatos que copiam em seus currículos partes da descrição do emprego para qual está se candidatando.
O que mais desclassifica os candidatos

Mas os problemas não param por ai. Dos entrevistados, 35% descartam currículos com endereços de e-mail “inapropriados”. Por mais que você tenha um mundo de informações sobre você, é importante aprender a selecionar os itens mais importantes para adicionar no currículo. Isso porque, 22% dos entrevistados disseram que currículos com mais de duas páginas simplesmente não são lidos.
Outros erros apontados na pesquisa foram: currículos impressos em papel decorado - o candidato seria descartado automaticamente por 20% dos selecionadores -, currículos que contém fotos, motivo de desclassificação para 13% dos selecionadores. Por fim os currículos que descrevem mais tarefas do que resultados também são motivos para descarte, para 16% dos empregadores.
Os recrutadores também listaram os currículos com as informações mais incomuns que já caíram em suas mãos. Entre elas estão currículos de candidatos que se auto definem como gênios e que convidam os selecionadores a irem até o apartamento deles.
A pesquisa foi realizada pela CareerBuilder com 2.298 recrutadores norte-americanos, entre os meses de maio e junho deste ano.
Fonte: Portal RH

Isso sim é trabalho em equipe! Show!!!


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Mudança constante de emprego

"Se por um lado existe aquele tipo de profissional que fica uma vida inteira numa empresa, existe aquele que vive pulando de "galho em galho".

Você não precisa ter um perfil de trabalhador japonês (conhecidos por ficar a vida inteira numa empresa), mas também não é bom trocar de emprego a cada novo semestre. O ideal, dizem os especialistas, é ter pelo menos uma experiência de trabalho que dure mais de um ano no seu currículo.

Isso demonstra comprometimento com a empresa e com o trabalho desenvolvido. Do contrário, aos olhos do avaliador, você pode parecer uma pessoa inconstante e sem compromisso. Se você é do tipo que gosta de pular de "galho-em-galho" é bom ficar atento.

 

 

Por mais que as empresas hoje em dia estejam mais abertas e esse tipo de profissional, afinal, o mercado é bem dinâmico, é bom não evidenciar essa sua instabilidade. Uma dica é colocar no currículo apenas os anos e não as datas de suas experiências de trabalho. Dessa forma se você trabalhou numa empresa de junho a setembro de 2011, coloque apenas o ano de 2011 para relatar o período.

Claro que durante uma entrevista de emprego o entrevistador pode perguntar, mas pelo menos você já terá pulado uma fase. É essencial que você diga a verdade, mas não evidencie. Lembre-se que a troca constante de emprego é mais tolerada hoje em dia, mas nem por isso chega a ser uma qualidade. Nunca se gabe disso numa entrevista e tente falar o mínimo possível sobre ela".


Fonte: www.administradores.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Como organizar o orçamento familiar

Amigos/as de RH,


Segue como sugestão um excelente curso On-Line que pode ser feito gratuitamente pela FGV:  Como organizar o orçamento familiar


Esse curso tem como objetivo proporcionar o conhecimento necessário para que as pessoas sejam capazes de planejar sua vida financeira e organizar seu orçamento familiar.

Ao final do curso, você deverá estar apto a planejar sua vida financeira, organizar o orçamento individual e familiar e aprender a organizar a sua vida financeira em casos de endividamento.



Segue link de acesso: 
http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitosIcatu.aspx?id_curso=OCWOFEAD_00_01/2011_1




Abçs


Bruna Assunção Abdanur
brunabdanur@hotmail.com





quarta-feira, 20 de junho de 2012

Empresa vai indenizar candidata a emprego que caiu durante processo de seleção


A mulher escorregou e quebrou o ombro esquerdo. Ela alegou que o chão estava molhado, impregnado com sabão e gordura


Publicação: 20/06/2012 09:38 Atualização: 20/06/2012 10:04

Uma empresa de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi condenada a indenizar uma candidata a emprego que caiu e quebrou o ombro durante um processo de seleção. O juiz Henrique Alves Vilela da 5ª Vara do Trabalho proferiu decisão favorável a uma mulher que concorria a vaga de auxiliar de cozinheira e sofreu o acidente nas dependências da empresa.

A trabalhadora relatou que caiu durante um teste prático para admissão na empresa. A mulher escorregou e quebrou o ombro esquerdo, ficando temporariamente incapacitada para o trabalho. Ela alegou que estava usando sapato comum e o chão estava molhado, impregnado com sabão e gordura, o que provocou a queda.

A empresa alegou que não manteve relação jurídica com a candidata, que não era ainda empregada. Acrescentou ainda que sempre fornece a todos os empregados e visitantes os equipamentos de segurança necessários ao trânsito no interior da empresa. A distribuidora ainda alegou que é improvável que a trabalhadora tenha escorregado na água, sabão e gordura, pois era horário de almoço, com pessoas transitando no local.
Porém o juiz entendeu que ocorreu por negligência da distribuidora, pois ficou comprovado por perícia que o chão estava molhado. O magistrado levou em consideração que, embora a candidata não fosse empregada, a empresa tinha a responsabilidade em relação à segurança dos candidatos do teste pré-admissional em suas dependências.

A empresa foi condenada a pagar uma indenização de R$4.135,30, por danos morais. O juiz sentenciante fixou esse valor levando em consideração o porte médio da empresa, que tem 11 filiais, o grau de culpa leve da ré pela ocorrência do acidente, o salário da vaga de cozinheira almejado pela reclamante - de R$510,00 - e o dano de pouca extensão sofrido pela trabalhadora. 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Siderúrgica pagará US$ 25 mi a ex-funcionário por discriminação racial


14 de junho de 2012 • 00h20 •  atualizado 00h32




A companhia siderúrgica ArcelorMittal terá de pagar US$ 25 milhões de indenização a um ex-funcionário da fábrica da cidade de Lackawanna (Nova York) por discriminação racial durante anos, publicou nesta quarta-feira o jornal Buffalo News.

Elijah Turley, um afro-americano que trabalhou para a gigante do aço entre 2005 e 2008, receberá a quantia após o júri encarregado do caso decidir por unanimidade considerar a empresa como responsável pela cultura de discriminação racial que se instaurou na fábrica.
Durante o julgamento de três semanas, Turley declarou ter sofrido assédio dos colegas de trabalho, que, segundo ele, o chamavam de "macaco". Afirmou que uma vez chegou a encontrar um macaco de pelúcia pendurando do espelho retrovisor de seu automóvel
.
"É absolutamente impactante que um caso como este esteja nos tribunais em 2012", disse em suas alegações finais o advogado do trabalhador, Ryan Mills, para quem a situação "deveria ser vista como atroz e intolerável em uma sociedade civilizada".

Turley revelou também durante o julgamento que, numa ocasião, encontrou dizeres pichados alusivos ao Ku Klux Klan (grupo americano que prega o racismo) nas paredes da fábrica onde trabalhou durante 14 anos.

Após conhecer a sentença, a ArcelorMittal emitiu um comunicado de imprensa no qual garantiu que a empresa adota a política de "tolerância zero" à discriminação e ao assédio, e deixou entrever a possibilidade de recorrer da sentença. "Estamos surpresos pela decisão de hoje. Consideramos a multa excessiva", acrescentou a nota da empresa.

terça-feira, 12 de junho de 2012

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Sem olhar para trás


RH, volte ao básico


Devido à pressão por se tornar mais estratégica, a área de recursos humanos andou deixando de lado algumas questões básicas de seu trabalho e que são importantes para o bom andamento de uma empresa, como redução de custos, melhora no desempenho, saúde e segurança dos funcionários, dentre outros. Essa é uma das conclusões de um estudo feito pela consultoria LHH/DBM, que ouviu 473 executivos da área para saber quais são os valores desses profissionais.

Na pesquisa, os RHs mostraram que mantêm como valores pessoais conceitos como comprometimento, ética, aprendizagem contínua e atitude positiva. E ao comparar seus valores com os da cultura corporativa, eles veem com maus olhos questões básicas para os negócios, como redução de custo e foco no curto prazo — vistas como burocráticas. Ao imaginar como seria a cultura corporativa ideal, eles deixam de fora o básico do básico, como a orientação para resultados e a relação com clientes.

"Valor é aquilo que é importante para nós, e tomamos nossas decisões baseados nisso", disse Cláudio Garcia, presidente da LHH/DBM à revista VOCÊ RH (edição20). "E, quando o RH tira da lista de valores coisas básicas, ele mostra que, numa tomada de decisão, deixará isso de lado".

"Isso pode passar para o colaborador e para o acionista a imagem de que a melhoria nos processos, a saúde financeira, salários e benefícios não serão levados em conta no momento da decisão", comentou Carla Virmond de Mello, diretora da LHH/DBM na região sul, em evento promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional do Paraná (ABRH-PR).

Ouvir as necessidades dos funcionários - e estimular os líderes a fazerem o mesmo - também é uma das tarefas básicas e essenciais do RH e que precisa voltar para a agenda dos executivos. De acordo com a pesquisa, os valores pessoais dos entrevistados não contemplam questões de relacionamento - que pode ser definido como reconhecimento do funcionário, solução de conflitos, comunicação, satisfação do cliente e amizade.

O ideal seria que os RHs atuassem buscando um equilíbrio, isto é, voltando ao básico, sem no entanto correr o risco de voltar a ser um departamento pessoal.

Fonte: Site Você RH -  01/06/2012 » Carreira do RH

domingo, 10 de junho de 2012

Teste de Memória - BBC UK



Um bom teste para você saber
como anda sua memória!



1ª parte
É apresentado 1 quadro com 12 rostos.

2ª parte: 
É apresentado um 2º quadro com mais 12 rostos.
Observe cada rosto atentamente e procure memorizar os rostos que pertencem ao 1º quadro e os rostos que pertencem ao 2º quadro.

3ª parte:
São apresentados 48 rostos e lhe é perguntado quais você já viu e se estavam no quadro 1 ou no quadro 2.
No final você tem o resultado do seu teste.

Divirta-se!



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Você é feliz?

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ELEFANTE ACORRENTADO





Você já observou elefante no circo?
Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais.
Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir. Que mistério!!!
-Por que o elefante não foge?
Perguntei a um amestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está amestrado. Fiz então a pergunta óbvia:-Se está amestrado, por que o prendem?
Não houve resposta! Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada.
Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Jamais, jamais voltou a colocar à prova sua força.
Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", "que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que "a corrente da estaca" ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim".
De vez em quando sentimos as correntes e confirmamos o estigma.
A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Vá em frente!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

“Eu só trabalho aqui...”


Luiz Almeida Marins



Eu não acreditava no que estava ouvindo!
Eu perguntei à pessoa que atendeu uma coisa, duas coisas, três coisas a respeito da empresa e da loja, dos produtos que vendia. Ela não sabia quase nada!
Quando disse a ela que ela parecia não conhecer muito sobre a própria empresa, ela respondeu:

 “- Eu só trabalho aqui...”

Parece mentira mas há pessoas que realmente são colocadas na loja,  e não recebem sequer um mínimo de treinamento. Quando muito são “adestradas” em dizer “bom dia” ou “boa tarde”.
Ou mesmo no uso de um equipamento telefônico,  mas não se lhes é explicado o que é a empresa, a loja, qual a sua linha completa de produtos ou serviços, o que ela realmente faz,
quem são seus principais clientes, quem são as pessoas com as quais mais se relaciona, quem são os principais fornecedores, etc.   

As pessoas são colocadas a trabalhar sem que passem por um treinamento de integração com os demais funcionários, o que a empresa ou loja pretende ser no futuro, se faz ou não parte de uma cadeia de lojas, de franquia. Se franquia ou filial, quem é o franqueador, de onde vem, como é nos outros lugares, etc., etc.. Se é uma empresa que tem franqueados, quem são esses franqueados. Se tem filiais, onde estão, como são, etc. Não são apresentadas formalmente à própria marca, não fazem degustação ou experimentam os produtos que a empresa fabrica e comercializa. São simplesmente jogadas em situação de trabalho e por isso não sentem-se comprometidas com a empresa e só podem dar a resposta que a atendente me deu:

 “- Eu só trabalho aqui...”

E é assim que realmente se sentem. Não vêm a hora em que o expediente acabe para ir embora. Não se interessam por nada, pois que não sabem sequer pelo quê deveriam se interessar.
Ficam como verdadeiros autômatos que no final do dia vão para casa e no final do mês recebem um salário.

E aí o patrão reclama, a patroa reclama dizendo: “Não se faz mais empregados como antigamente...”. A verdade é que antigamente as pessoas sabiam mais sobre a empresa, sobre a loja em que trabalhavam, os produtos eram em menor número, os concorrentes também. Hoje o número de concorrentes, produtos, marcas, fornecedores é imenso. Tudo mudou!

Sempre ouço que os funcionários de hoje não são comprometidos com a empresa, com a loja e nem mesmo com o cliente. Muitas vezes isso é realmente verdade. Há funcionários ruins mesmo.
Mas por que são tão ruins? Será só má vontade? Muitas vezes os patrões inferem que os subordinados saibam as mesmas coisas que eles patrões sabem. Isso é um grande erro.
O patrão, o lojista, o empresário, o dono ou dona, tem contatos o dia todo que seus funcionários não têm. Têm um nível e gama de informação que seus funcionários não têm.
Sem comunicar constantemente essas informações, visão de futuro, etc., aos seus funcionários, como exigir que eles se comprometam?

Para que seus funcionários sejam realmente comprometidos é preciso que sejam treinados, treinados e treinados. Do contrário você terá em sua empresa um time que “só trabalha lá” e que dará a seus clientes “momentos trágicos” ao invés de “momentos mágicos”.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Nunca é tarde para recomeçar ...

"Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira

Ao se formar, Adriana Araujo queria ser Gerente de Marketing em uma multinacional, morar e trabalhar no exterior, além de ter uma posição de destaque na sua área de atuação. Ela conseguiu. Trabalhou no Brasil, na Venezuela, na França e nos Estados Unidos em posições gerenciais. Mas quando atingiu seu objetivo, Adriana não se sentia feliz. Na caminhada até seu objetivo ela descobriu que o ela queria era fazer outra coisa. E ela fez. Tudo de novo.

Conheça a história da Adriana Araujo, que com muito humor e alto astral, me concedeu a entrevista abaixo.

1.Você consolidou uma carreira na área de Comunicação e Marketing, inclusive com vivência internacional. Como foi desperdiçar sua experiência nesta área e abandonar tudo para mudar de profissão? 
Acredito que nada na vida se desperdiça. Construí uma carreira de 9 anos em Marketing e não me arrependo nem um pouco. Fiz coisas maravilhosas em escopo regional e global. Conheci muitas culturas, maneiras de consumo distintas, costumes, e foi aí que começou meu interesse pelas pessoas!
Creio que esta vivência toda tenha me levado a reavaliar minha trajetória e despertar um questionamento interno. O que de fato eu queria para minha vida?

2.Qual foi a maior dificuldade desta decisão? 
Eu havia traçado uma meta na minha vida: trabalhar em uma grande multinacional, ter uma experiência no exterior, um cargo de destaque e “casa comida e roupa lavada” (risos). Depois de ter conquistado isto tudo ficou a questão do “e agora, o que mais?” Este desafio não me preenchia mais, sentia um grande vazio. Fiquei mais de um ano sem saber a resposta para a desmotivação que eu sentia mesmo tendo atingido tudo o que havia desejado. Para ser mais objetiva diria que o mais difícil foi admitir para mim mesma que precisava buscar outro caminho. Não seria nada fácil, mas com certeza me faria mais feliz.



3.Em nossa conversa, você comentou de interesses em outras áreas do conhecimento como Naturismo. Isto ajudou na sua decisão ou ainda é outro sonho a ser perseguido?
 A direção do Naturismo veio da vontade que sempre tive de fazer a diferença na vida das pessoas. Pensei em abrir um SPA Urbano para que pessoas tivessem um refúgio em momentos de estresse. Eu acreditava que entenderia a realidade destas pessoas uma vez que eu mesma já havia me sentido perdida em meio a milhões de questionamentos. Nesta época trabalhava em São Paulo na mesma multinacional que trabalhei fora do Brasil. Como pedi demissão e voltei para o Rio e a faculdade de Naturismo só existia lá, decidi pensar em alternativas. Foi então que cheguei na idéia de trabalhar em RH.

4.Para ganhar experiência em RH, você iniciou sua carreira “novamente”, e deixou uma posição de gestão em marketing para ser analista júnior em RH. Como foi comunicar isto para seus amigos, para sua família e – o mais importante – como foi comunicar isto para você mesma todos os dias antes de ir para o trabalho? 
Nada fácil. Antes disso eu cheguei a dar aulas de inglês em um curso renomado do mercado. Sinceramente, dar aula foi uma experiência maravilhosa. A cada dia, a cada turma e a cada aula eu percebia o quanto conseguia agregar na vida das pessoas através da minha boa vontade e didática que nem sabia que tinha. No entanto, tinha o outro lado da moeda: a decepção do meu pai, a culpa que eu sentia por ter feito esta movimentação, a grana que era curtíssima, a mudança total de estilo de vida, a vergonha que sentia por vezes de não estar no nível que minhas companheiras de trabalho estavam. Foi quando fui buscar auxílio. Tomei duas novas iniciativas:  Meditação e Terapia. Esta dupla me ajudou muito a me diferenciar das cobranças sociais e focar em mim mesma. Hoje medito praticamente todos os dias.

5.Em algum momento você teve dúvidas se estava no caminho certo e teve vontade de desistir do seu plano e voltar atrás? 
Sabia que deveria mudar meu caminho, mas não sabia se o caminho que eu havia escolhido era o caminho certo. Certa vez a grana ficou tão curta que comecei a me candidatar para vagas de Marketing para poder ganhar mais mesmo sabendo que seria infeliz. Mas logo caí na real e percebi que havia levado 9 anos para construir minha carreira em MKT e que agora precisava me dar mais tempo e não me cobrar tanto para ter resultados mais concretos em RH.

6.O que uma pessoa que pensa em mudar de carreira ou de área de atuação como você fez deve levar em consideração?
 É preciso ouvir os sinais do corpo e do emocional. Se a pessoa não está feliz, se esforça muito para ir trabalhar todos os dias, não vê sentido no que faz, não tem um propósito a ser atingido com seu trabalho e o único foco do trabalho é pagar as contas, é preciso repensar. Neste caso, é preciso levar em consideração o que se deseja de verdade, e quantos passos para trás serão permitidos pela sua estrutura de vida. É importante também ter um plano de ação para a mudança, um forte apoio familiar e terapêutico se for o caso. O caminho não será fácil!

7.Alguma última mensagem para os leitores do blog?
 Coragem! Eu tenho o costume de dizer que uma pessoa de 40 anos hoje em dia vive facilmente até os 80, ou seja porque não mudar? Dez anos bem vividos valem mais do que 60 anos de frustração. Mudem! Mudem de casa, de carro, de carreira, de parceiro, mas sejam fiéis a si mesmos, aos seus valores e a tudo que acreditem. O que move o mundo é a mudança, então por que não sermos um agente impulsionador do mundo?

Hoje Adriana ocupa a posição de Gerente de Recursos Humanos em uma empresa multinacional no segmento de IT".

Fonte: www.vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar