terça-feira, 14 de agosto de 2012

Salário profissional x salário mínimo legal

"A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu, por unanimidade, negar a um engenheiro da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A a vinculação de seu salário profissional ao salário mínimo legal. A decisão reforma o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) que considerou válida a previsão da Lei 4.950-A/66 autorizando a vinculação do salário profissional dos engenheiros ao salário mínimo.

O Regional entendeu que a referida lei foi recepcionada pela Constituição Federal, e concedeu ao engenheiro as diferenças entre o piso profissional e os salários pagos efetivamente. Para os magistrados daquela Corte, este entendimento estaria consolidado na Orientação Jurisprudencial 71 da SDI-2
Em recurso ao TST a empresa de águas sustenta que a Lei 4950-A/66 já teve a sua inconstitucionalidade declarada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no tocante à fixação do salário profissional vinculado ao salário mínimo.



O relator do acórdão na Turma, ministro Walmir Oliveira da Costa, concordou com os argumentos da empresa. Destacou que o STF já editou a Súmula Vinculante nº 04, no sentido da impossibilidade de utilização do salário mínimo "como fator de reajuste automático da remuneração de profissionais", por ofender o artigo 7º da CF. Aplicando esse entendimento, o Supremo tem se posicionado no sentido da vedação constitucional de fixação do salário mínimo profissional como previsto na Lei 4.950-A/66.

Walmir Oliveira cita ainda como fundamento, a recente decisão no mesmo sentido, proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski do STF, ao relatar o ARE 689583/RO, publicado no DJe de 15/06/2012.
Dessa forma, seguindo o voto do relator, a Turma, por unanimidade, conheceu do recurso da companhia de águas por violação ao artigo 7º, IV da CF e no mérito, também por unanimidade, afastou a vinculação do salário profissional ao salário mínimo."


Fonte: Dirceu Arcoverde / RA - Processo – RR-41-09.2010.5.05.0371

terça-feira, 24 de julho de 2012

Dicas de como agir após a contratação.

O seu comportamento e suas ações irão definir o seu perfil dentro da empresa, na visão de seus colegas e superiores. Sendo assim, é fundamental o profissional se preparar e ficar atento às questões da empresa, como ritmo, comunicação e a expectativa do chefe para o seu cargo”, afirma a consultora de Desenvolvimento Humano da M&S e psicóloga, Elisabete Oliveira.

Para suprir a expectativa e se dar bem nessa nova fase, além de estar alerta com o que acontece ao seu redor, é necessário saber lidar com a mudança. “Pensar como o profissional pode ser simpático, como ser agradável e como ser solista. Essa última característica é muito importante, pois é o que menos se vê no ambiente corporativo, pela competição excessiva da equipe. Ouvir as pessoas e querer ajudá-las são algumas dicas que poderão conquistar seus colegas”, comenta a consultora.
Uma outra dica é prestar atenção na hora da entrevista: ver como as pessoas se vestem, se são mais extrovertidas, entre outas características que, se for chamado, saberá como agir nos primeiros dias e a possibilidade de dar uma boa impressão ao seu chefe, será maior. “Ele saberá que o profissional já está alinhado com a empresa e que faz parte da equipe”, comenta Oliveira.
Mas, às vezes, o nervosismo fala mais alto. Nesta hora, a melhor solução é pesquisar na internet os valores e as principais atividades da empresa, inclusive, se for possível, ver a área de atuação e estar ciente de suas funções.

O que não fazer

Há uma série de erros que muitos novos profissionais cometem logo no começo, que certamente, poderá prejudicá-los para a ascensão da carreira no local ou, no caso dos estagiários, uma possível efetivação.
O grande e mais comum erro que os profissionais fazem, aponta Oliveira, é chegar no novo emprego com a postura do anterior. O ritmo da empresa antiga, como ele lidava com os colegas e com seus superiores, alguns possíveis pontos negativos do dia a dia, como chegar atrasado ou sair mais cedo. “Ter o vício da rotina é ruim, pois é preciso mostrar eficiência e pró-atividade e aproveitar que é novo para dar opiniões, pois tem uma nova visão de prováveis pequenas falhas que os outros não percebem no dia a dia”, afirma Oliveira.
Ter medo de perguntar também é outro deslize frequente. “Melhor perguntar do que deduzir. Também mostrará interesse em aprender rápido o seu trabalho e saber sobre a empresa”.






O novato é o chefe

Conquistar o chefe é difícil. Imagine se o novo profissional é o próprio chefe e o dever não é conquistar um, mas vários empregados. “Muitos subordinados têm aversão à nova chefia, seja por falhas da gestão anterior, ou por um chefe muito querido pela equipe que foi demitido”, explica Oliveira.
O que se deve fazer nessa situação, é se apresentar: mostrar como trabalha, quais seus objetivos na empresa, o que espera da equipe, tópicos relevantes para uma boa convivência e para deixar claro o que o chefe espera dos empregados.
Se for uma equipe pequena, o melhor a fazer também é conversar com cada um e ver o que ele gosta do trabalho, o que ele espera da empresa, quais os objetivos profissionais, quais suas funções e se gostaria de mudar para outra área da empresa. Assim, mostrará que o chefe está preocupado com seus subordinados e eles, por sua vez, se sentirão mais à vontade para contar a um novato suas experiências e expectativas sem ter medo de repressão”, aconselha a consultora".

Fonte: www.administradores.com.br

 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Faleceu ontem ...

 
 
 
 
 
 
 
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, SEUS PROFESSORES MUDAM,QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda"."

Estabiliddade Acidentária x Contrato Experiência

"Trabalhador ganha direito a estabilidade acidentária em contrato de experiência

 

 Em 2006, na época com 23 anos, o trabalhador perdeu parte da perna direita ao se envolver em acidente de trânsito logo após sair do trabalho. Algumas semanas depois tentou voltar ao serviço, mas a Veronesi, segundo ele, teria se negado a reintegrá-lo, pois não dispunha de função compatível com sua nova condição. Para a empresa, o ex-empregado teria direito apenas ao auxílio-acidentário.

 

De acordo com o artigo 118 da Lei 8.213/81 (Lei de Benefícios da Previdência Social), o segurado, quando sofre acidente de trabalho, tem direito à manutenção do contrato de trabalho pelo prazo mínimo de 12 meses. Todavia, para a Veronesi, essa estabilidade provisória não era compatível com contrato de experiência, e só valeria para contratos por prazo indeterminado.

 

O relator do recurso na SDI-1, ministro Horácio Raimundo de Senna Pires, disse não ser possível restringir a estabilidade provisória decorrente do acidente de trabalho, pois a lei não faz distinção entre contrato por prazo determinado e indeterminado. Pires lembrou decisão recente do Supremo Tribunal Federal estendendo os direitos sociais do artigo 7º da Constituição Federal ao contratado temporariamente. E ressaltou que, embora o caso seja de contrato de experiência, seria pertinente adotar o princípio que diz que "onde existir a mesma razão, deve-se aplicar o mesmo direito"."

 

Fonte: www.tst.jus.br

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Currículo: veja os erros que automaticamente descartam qualquer candidato


Pesquisa da Career Builder revelou que erros de ortografia ou digitação é principal motivo de desclassificação



Na busca por um emprego, as primeiras informações e impressões sobre você estarão no seu currículo. Por conta disso, não é muito difícil imaginar o estrago que erros cometidos nesse papel podem causar. Uma pesquisa feita pela Career Builder revelou o que faria os recrutadores descartarem automaticamente um candidato.
E a maior parte deles parece não gostar de erros de ortografia e digitação. Dos mais de 2 mil recrutadores entrevistados, 61% afirmaram que descartaria na hora um candidato que apresentasse um currículo com esse tipo de problema. Ainda, 41% dos recrutadores não aceitam candidatos que copiam em seus currículos partes da descrição do emprego para qual está se candidatando.
O que mais desclassifica os candidatos

Mas os problemas não param por ai. Dos entrevistados, 35% descartam currículos com endereços de e-mail “inapropriados”. Por mais que você tenha um mundo de informações sobre você, é importante aprender a selecionar os itens mais importantes para adicionar no currículo. Isso porque, 22% dos entrevistados disseram que currículos com mais de duas páginas simplesmente não são lidos.
Outros erros apontados na pesquisa foram: currículos impressos em papel decorado - o candidato seria descartado automaticamente por 20% dos selecionadores -, currículos que contém fotos, motivo de desclassificação para 13% dos selecionadores. Por fim os currículos que descrevem mais tarefas do que resultados também são motivos para descarte, para 16% dos empregadores.
Os recrutadores também listaram os currículos com as informações mais incomuns que já caíram em suas mãos. Entre elas estão currículos de candidatos que se auto definem como gênios e que convidam os selecionadores a irem até o apartamento deles.
A pesquisa foi realizada pela CareerBuilder com 2.298 recrutadores norte-americanos, entre os meses de maio e junho deste ano.
Fonte: Portal RH

Isso sim é trabalho em equipe! Show!!!