sábado, 28 de abril de 2012

Teste Comportamental - Qual bicho você é?

Amigos de RH, bom dia

Vejam o teste enviado pelo IBC Coaching!

Em comemoração aos 20.000 fãs no Facebook , eles lançaram o aplicativo do teste de preferência comportamental e cerebral, os famosos:
lobo, águia, tubarão ou gato?

Descubra já o seu perfil:

 
Aproveite já:
 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Gestão da Singularidade.

"Tratar todos os empregados da mesma forma é um erro cometido pela maior parte dos gestores de empresas brasileiras, segundo avalia o diretor da Entheusiasmos Consultoria e consultor organizacional, Eduardo Carmello.

De acordo com ele, ao tratar todos os profissionais igualmente, o gestor diminui de maneira drástica o desempenho e engajamento da equipe, tendo como consequência resultados abaixo do esperado.

“Em toda a empresa há aqueles que têm desempenho abaixo da média, na média e acima da média. No entanto, quando os chefes querem chamar a atenção daqueles que têm desempenho fraco, eles reúnem todos os empregados em uma mesma sala e apontam os problemas de modo genérico. Esse tipo de atitude paternalista é trágica para a s empresas, pois seu único efeito é derrubar o bom desempenho e engajamento daqueles profissionais que se destacam, uma vez que eles são tratados da mesma forma que os outros”, explica Carmello.


Gestão da singularidade
Para evitar que o desempenho de toda equipe caia, o consultor aposta na chamada “Gestão da Singularidade”, na qual o gestor oferece estratégias diferenciadas para talentos em níveis diferenciados de performance e engajamento.

 

Dessa forma, avalia, além de resultados econômicos, a gestão da equipe de forma singular produz um sentido de justiça, meritocracia e total comprometimento, abordagem que, segundo Carmello, é fundamental para a retenção e aproveitamento da inteligência dos profissionais de alta performance.

“A gestão da singularidade é fundamental, pois profissionais engajados, motivados e preparados requerem menos esforços do gestor, uma vez que basta convencê-los da importância e do propósito do projeto para que eles saiam fazendo e sempre com alto grau de excelência (…) Já os profissionais com baixo engajamento vão se motivar a fazer algo se eles perceberem que a equipe toda está atuando. Caso eles percebam que nem todos estão envolvidos, vão relutar em trabalhar. É necessário uma outra estratégia do gestor para engajar esse nível”, afirma.
Ainda neste sentido, o consultor lembra que os treinamentos também não podem ocorrer de forma linear, ou seja, igual para todos, visto que esse tipo de ação tem efeito desmotivador para aqueles que já dominam o assunto e não traz os efeitos esperados para os profissionais de baixa performance."


Fonte: www.administradores.com.br

domingo, 22 de abril de 2012

Uma mensagem para nossos leitores nesse domingo de descanso.




"Não se administram pessoas, como se presumia anteriormente. Lideram-se pessoas. Para maximizar o desempenho delas, a solução é capitalizar sobre seus pontos fortes e seus conhecimentos, e não procurar forçá-las a adequar-se a modelos previamente definidos". (Peter Drucker)

Fonte: "RH que dá lucro". Wellington Maciel

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Conhecendo melhor o Coaching.

"Começo, meio e fim, assim é um processo de coaching estruturado e feito por um profissional habilitado, que dispõe de toda a metodologia do coaching e também domina as práticas desse processo de aceleração de resultados e desenvolvimento de competências para o alcance de metas e objetivos.

Existem dois tipos de Coaching – o “formal”, feito de maneira estruturada seguindo as técnicas e os métodos de aplicação e, o Coaching aplicado de maneira “informal”, feito de forma mais livre, sem necessariamente usar todas as técnicas, mas através do uso de práticas do coaching, no cotidiano das pessoas e empresas. Em ambos os tipos de coaching o responsável por conduzir o processo é chamado – Coach, e a palavra traduzida do inglês significa treinador.

Um exemplo de coaching informal é o uso por parte do coach do “Patrocínio Positivo”, ferramenta que consiste em oferecer aos colaboradores: força, confiança, o reforço positivo em suas capacidades e habilidades para que estes transformem adversidades e situações desfavoráveis e as revertam em motivação e entusiasmo para trabalhar e sanar os problemas em momentos de crise.



Coaching profissional é o processo feito por um profissional habilitado e munido de metodologias, técnicas e ferramentas do Coaching e pode ser aplicado efetivamente tanto em empresas como em nível profissional e pessoal. Neste tipo de Coaching, também conhecido como “formal”, o processo é pago, e o coach usa um contrato, sessões agendadas e encontros formais para apoiar e conduzir seus clientes.

Já no coaching informal não são feitos contratos e as sessões não precisam de agendamento prévio, pois são feitas dentro do contexto do coach, que pode ser a empresa onde trabalha, com seus amigos, parentes e família e o serviço geralmente não é cobrado".

Fonte: Instituto Brasileiro de Coaching.

Trabalhador terá de fazer curso para ganhar seguro-desemprego



"O governo publicou hoje um decreto no "Diário Oficial da União" condicionando o recebimento do seguro-desemprego à matrícula em um curso de qualificação profissional nos casos em que o benefício é solicitado pela terceira vez em um prazo de 10 anos.

O decreto ainda precisa ser regulamentado. O texto publicado hoje diz que o curso de qualificação precisa ser regulamentado pelo Ministério da Educação, terá carga horária mínima de 160 horas e será concedido através da Bolsa-Formação Trabalhador, no âmbito do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Tecnológico e Emprego).

Se não houver um curso de formação profissional compatível com o perfil do trabalhador no município ou região metropolitana onde vive, o seguro-desemprego não será suspenso. 


QUEM TEM DIREITO
 
Têm direito ao seguro os trabalhadores desempregados que tiverem sido demitidos sem justa causa.
Aqueles que trabalharam com carteira assinada entre 6 e 11 meses nos últimos três anos têm direito de receber até três parcelas do seguro. 

Quem trabalhou de 12 a 23 meses no período pode receber até quatro parcelas.
Já quem esteve empregado com registro por mais de 24 meses nos últimos três  anos pode receber até cinco parcelas do seguro-desemprego. 

O valor do benefício varia de R$ 622 (o salário mínimo atual) a R$ 1.163,76, de acordo com a média salarial dos últimos salários anteriores à demissão."
 
Fonte: Folha.com

Recursos Humanos e seus profissionais

"Ser um profissional de recursos humanos hoje em dia é uma tarefa cada vez mais complexa. Se antes era necessário apenas conhecer os processos burocráticos, como folha de pagamento e recrutamento e seleção, atualmente é preciso dominar a linguagem dos negócios, pensar adiante e atuar em parceria com as lideranças da empresa. Isso derruba a máxima de que para trabalhar em RH é preciso ser pedagogo ou psicólogo.

A nova realidade abre as portas para as mais diferentes formações. Há engenheiros, advogados e administradores tocando — e bem — a área de gestão de pessoas. Isso porque a necessidade de o RH atuar estrategicamente modificou o perfil do profissional desejado pelo mundo corporativo.

As companhias querem alguém com visão de negócios, mesmo que não seja um especialista na área, como explica Marcos Vono, diretor de recursos humanos do grupo educacional carioca Ibmec. Segundo ele, a gestão comercial e a estratégia devem ser focos tão importantes para um profissional de RH quanto a gestão de pessoas. "Ele precisa ir além dos aspectos humanos.
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Tem de pensar de forma estratégica para conseguir propor soluções que gerem vantagens competitivas e apoiem os funcionários a atingir suas metas." O diretor executivo de RH da Sodexo Motivation Solutions, Thiago Zanon, de 38 anos, é prova disso. Formado em administração de empresas pela Universidade de São Paulo e mestre em engenharia de produção pela Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista, o executivo caminha tranquilamente pela área. Com 15 anos de experiência, sendo oito deles dedicados a consultorias (Monitor e Hewitt), ele sabe o peso do desenvolvimento constante.




"Somos responsáveis por isso em nossas carreiras. A participação em fóruns de discussão e o convívio com colegas da mesma função são uma rica fonte de aprendizagem também. Mestrados em RH são importantes desde que conectem o profissional à realidade dos negócios", afirma. Aliás, a decisão de trocar a flexibilidade com que organizava seu trabalho de consultor para se dedicar ao horário comercial de uma empresa deve-se ao desejo de ampliar sua vivência profissional.

Para ele, ser hoje um profissional desse setor é estar comprometido com o sucesso da organização, sem perder o foco de que são as pessoas que fazem isso acontecer. "Algumas vezes, na ânsia de provar que entendem de negócios, os executivos de RH esquecem que precisam, sim, entender de gente", completa.

Como Começar

Diante desse novo cenário, a especialista em gestão de carreiras Tania Casado, professora do Programa de Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração (Progep- FIA), de São Paulo, aconselha o autoconhecimento. "Cabe ao profissional identificar suas lacunas de desenvolvimento e buscar capacitação", diz. Segundo ela, há os que precisam de uma formação mais abrangente em gestão de pessoas e há os que precisam se aperfeiçoar em negócios.

A psicóloga Tatiana Lorenzi, de 35 anos, diretora de desenvolvimento humano e organizacional da Tivit, fornecedora de serviços de TI, fez primeiro MBA em gestão de relacionamento com clientes no Ibmec, um curso voltado para uma área operacional, com o objetivo de entender melhor o negócio da empresa.

"Consegui identificar diversas oportunidades de crescimento e desenvolvimento, com a aproximação, o entendimento e o aperfeiçoamento da visão de negócio", diz Tatiana. Em 2010, resolveu iniciar outro MBA, agora em recursos humanos, pela FIA, para se preparar para novos desafios e avançar ainda mais na carreira.

No fim de 2011, foi promovida ao cargo de principal executiva da área de gestão de pessoas da Tivit. Para quem pretende iniciar nesse segmento, recomenda-se um curso de especialização que foque em gestão de pessoas e trabalhe os principais processos de recursos humanos.

Quando a pessoa já tem pelo menos quatro anos de atividade e possui experiência profissional em outras áreas, o ideal é um mBa para que ela consiga manter discussões de negócios dentro da companhia e abrir a possibilidade de trabalhar elementos que não são apenas focados em recursos humanos.

De acordo com a professora Denize Dutra, coordenadora do Instituto de Desenvolvimento educacional, que engloba o fGV in company e o fGV management, e consultora na área de desenvolvimento humano, o profissional deve gostar, também, de desafios e de pessoas.

"Ele deve conhecer os conceitos e as ferramentas das ciências humanas, em particular da psicologia organizacional e da teoria de administração", diz. "só assim é possível humanizar a gestão sem perder o foco na perenidade e no crescimento do negócio", completa.






Fonte: vocesa.abril.com.br

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Líder X Tempos Contemporâneos.



Nos dias hodiernos, nos ambientes de trabalho, questões relativas à valores estão sendo levantadas por líderes e seguidores, que demonstram cada vez mais a vontade de vestirem a camisa da empresa que encontram-se, bem como preocupam-se com o desejo de agirem mais do que os próprios cargos que ocupam.



A vontade de responder às mudanças e às diversidades com harmonia e equilíbrio contrapõe-se com a forma de resistência apresentadas por alguns líderes.

Essas formas de ações humanas fizeram com que as organizações passassem por turbulências ao constatarem dificuldades com relação à adesão e ao comprometimento dos seguidores com os programas de mudança.

Alguns autores como Kets de Vries, Kotter, Pasmore, Covey, Silva e Vergara dispõe de alguns motivos que ensejam essa resistência à mudança, tais como:

_ Percepção do resultado negativo: é o medo despertado nos seguidores que encontram-se diante das mudanças;

_ Necessidade de mudança de hábitos: as reações às mudanças são diversas. Os seguidores poderão perceber a mudança de maneira pessimista, negando-a, passando pela raiva, depressão até sua aceitação. Poderão também reagir de forma inversa, aceitando de forma super positiva, através de um otimismo desinformado, que em seguida será transformado em um pessimismo informado;

_ Falta de comunicação: é um dos principais recursos na fase da mudança, pois é através da comunicação que os seguidores irão entender melhor o processo de mudança, compreendendo-o, assimiliando-o e adotando-o;

_ Dificuldade em alinhar a organização como um todo: deve partir do pressuposto que para o seguidor compreender a mudança deve assimilar a mudança do indivíduo com a empresa, do indivíduo com seus colegas, do indivíduo com a comunidade, da empresa com a comunidade e do indivíduo com ele próprio. Infelizmente há uma dificuldade enfrentada na assimilação da mudança por aqueles, devido às personalidades de cada um, diferentes história de vida (pessoais e profissionais), diferentes cargos ocupados, dentre outros.

Creio que dificuldades existem e sempre irão existir, mas o que ressalta nesse aspecto de mudança é a vontade dos seguidores em querer dar o melhor de si, sem fome, sem cansaço, fazendo com que as horas passem como minutos no ambiente de trabalho. Por outro lado, as organizações têm que entender que os líderes de amanhã poderão ser os mesmos líderes de ontem, dispensando, portanto, a mudança de pessoal e fomentando uma mudança interna do próprio líder, focada nos valores, princípios e caráter.

(Karla Assunção Abdanur)

Fonte: Liderança e Motivação – Autores: Vera Lucia Cavalcanti e outros - FGV Editora.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Dicas úteis para entrevista de emprego.

Para esse momento tão tenso para o canditato e ao mesmo tempo importantíssimo vale sempre ressaltar algumas dicas:

"1. Pratique a comunicação não verbal - enganam-se aqueles que acreditam que só importa aquilo que você fala e como fala. Isso porque você está sendo avaliando até quando não diz nada. De acordo com as dicas do Monster, para se sair bem em uma entrevista, o candidato deve praticar sua comunicação não verbal.
Ou seja, deve demonstrar uma postura que transmita confiança. Isso mesmo: você precisa passar a impressão de que é seguro. As dicas são manter uma postura firme, fazer contato com os olhos e iniciar a entrevista com um bom e firme aperto de mãos. Essa primeira impressão – a não verbal – pode ser o início de uma boa entrevista.



2. Pense na roupa - na mesma linha do item anterior, aquilo que você não diz, mas mostra, diz muito sobre você e pode influenciar no processo de seleção. Escolher a roupa da entrevista é um assunto antigo e que gera muitas dúvidas. A dica é tomar muito cuidado com o informal. Embora algumas empresas não exijam terno e gravata dos seus funcionários, é bom tomar cuidado para não exagerar no casual.
O que deve guiar a escolha da roupa é a própria empresa. Assim, faça uma pesquisa sobre a organização. Ao descobrir a cultura da empresa, você terá mais facilidade para escolher o que vestir. Vale até mesmo telefonar para a organização para saber sobre o dress code.
3. Ouça - durante toda a entrevista, o entrevistador dará a você diversas dicas e informações, direta ou indiretamente. É importante que o candidato saiba escutar, caso contrário, poderá perder importantes oportunidades. Ter habilidade para se comunicar não se refere apenas ao que você fala e como você fala. Mas, sim, se você sabe escutar o que os outros estão falando, e consegue captar as informações que estão sendo passadas.
Segundo o site, o candidato deve equalizar seu comportamento de acordo com a forma como o entrevistador se comporta.
4. Não fale demais - o erro fatal da entrevista: falar demais. Lembre-se de que a entrevista tem um horário para começar e terminar e, se você fala demais sobre temas desnecessários ou mesmo se estende demais sobre algum tema que considere importante, você está perdendo sua chance, desperdiçando o tempo que possui com o entrevistador.
Na ânsia por conquistar o emprego, muitos candidatos falam demais, desnecessariamente, se estendendo sobre o quão são perfeitos para o emprego. Porém, o ideal é saber aproveitar mais esse tempo. A dica é ser o mais objetivo possível. Leia a descrição da posição e mostre como suas habilidade e competências se alinham com ela. Saber relacionar tais informações pode ser o diferencial.



5. Fuja dos assuntos familiares - entrevista de emprego é uma reunião profissional para falar de negócios. Isso mesmo: negócios e não família. Portanto, não confunda uma entrevista de emprego com uma sessão de terapia. Além disso, você não está lá para se tornar o melhor amigo do entrevistador.
Para saber até que ponto você tem de se aproximar do entrevistador, veja primeiro como ele se comporta. Vá até onde ele der espaço e abertura.
6. Gírias - Você possivelmente será muito mal avaliado, se não prestar atenção às gírias. Uma coisa é como você fala com amigos e pessoas próximos, outra, bem diferente, é como você fala com um recrutador. Observe, portanto, como você fala. Evite ainda fazer referências preconceituosas sobre raça, cor, religião, sexo, política, orientação sexual e demais temas polêmicos.
7. Não seja convencido - as suas atitudes são extremamente importantes na entrevista de emprego. É preciso mostrar um bom equilíbrio entre confiança, profissionalismo e modéstia. De acordo com o Monster, quando você estiver falando sobre suas competências, é bom tomar cuidado para não mostrar confiança exagerada.
8. Cuidado com as respostas - quando os recrutadores fazem uma pergunta sobre uma situação passada, eles querem uma amostra do seu comportamento. É importante responder usando um exemplo específico. Caso não faça isso, o entrevistado está perdendo uma boa oportunidade para falar sobre suas habilidades.
9.  Faça perguntas - quando os recrutadores perguntam para os entrevistados se têm alguma pergunta, a maioria responde erroneamente que não. Fazer perguntas mostra que o candidato tem interesse no negócio da empresa. Além disso, só fazendo perguntas você consegue avaliar se tal empresa realmente é o lugar certo para você.
As melhores perguntas surgem após prestar bastante atenção ao que foi dito durante a entrevista. São perguntas que devem complementar o que foi abordado na entrevista.
10. Não mostre desespero - por fim, a sugestão que fecha a lista de dicas é evitar ao máximo parecer desesperado. Dificilmente você será contratado porque realmente precisa do emprego. O que os recrutadores querem é alguém que se encaixe na posição e não que esteja desesperado por um emprego".
 (www.administradores.com.br)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O que te motiva?


 "Não se apegar às pequenas coisas. É assim que geralmente escutamos a frase. Material ou sentimental, esse conselho se resume em não dar mais valor a algo do que o mesmo realmente valha. Mas foi justamente em uma dessas reflexões inutilmente interessantes que passei a me questionar se essas pequenas coisas não poderiam fazer uma grande diferença em nossa vida, sem que percebêssemos.
Vamos fazer um rápido exercício. Entre chefe, salário e ambiente profissional qual deles tem maior influência sobre a sua felicidade?
Se ambiente profissional foi sua última escolha, tente se aprofundar um pouco mais nesse conceito para ter certeza de que essa será sua resposta final. Vamos contextualizar um pouco mais.
Por que normalmente nossa cama é o lugar que melhor nos acolhe? Porque tem nosso cheiro, nossa forma, certo? Por que é tão bom se sentir em casa quando a casa nem é nossa? Parece que ficamos mais à vontade e aproveitamos mais aquele momento. No dia a dia profissional é a mesma coisa. Quando nos sentimos à vontade, produzimos mais e melhor. É natural do ser humano ter essa necessidade de se sentir pertencente a um lugar ou grupo.
Às vezes, você pode conseguir essa sensação simplesmente pelas pessoas que estão ao seu redor, mas pode ser que não consiga. Se você é do tipo que se pergunta por que aquela pessoa que senta perto de você tem tantas coisas pessoais em sua mesa, tente olhar a situação por esse lado e reflita.
Quais são as pequenas coisas que você tem vergonha de se apegar com medo do julgamento dos outros? Quais aspectos externos te ajudam a buscar sua motivação diária? Um quadro de fotos com sua família na mesa do escritório? O café da tia da copa?
Motivação é uma coisa que não se pode dar a ninguém, ela está dentro de cada um de nós, e com o tempo, aprendemos não só a detectar, mas a ir atrás de coisas e pessoas que nos ajudem a sustentá-la.
E se esse seu auxílio vem das pequenas coisas, que bom! Apegue-se a elas, pois você encontrou parte de sua inspiração e fonte de energia, ao contrário de quem nem as tem, com receio de contrariar um ditado tão antigo e que não precisa ser necessariamente interpretado da maneira mais óbvia.
Beatriz Carvalho
Se as pequenas coisas geram grandes resultados motivacionais, imagine o que irá proporcionar se a afeição for relacionada a alguém. Por exemplo, faça uma busca na memória e detecte os melhores momentos da sua vida. Estava na companhia de amigos, certo? Fazer amizades no trabalho, local onde passamos a maior parte do nosso tempo, nos aproxima ainda mais do ambiente profissional, e, consequentemente, ajuda a tornar o cansativo e frenético dia de trabalho mais agradável. Claro que isso não significa passar horas de papo pro ar com o colega. Pelo contrário, o incentivo às amizades desenvolve os relacionamentos e reforça o nosso desempenho diário.
Bruna Nicolao
Um dos maiores desafios profissionais de hoje é encontrar o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Vejo que essa busca é mais prioritária em profissionais mais jovens do que nos mais veteranos.
Essa diferença de percepções e prioridades tem provocado, algumas vezes, julgamentos equivocados de gestores, que, acreditando tratar-se de um comportamento improdutivo, intensificam seus processos de controle. Isso provoca desmotivação, que acaba por comprometer a própria produtividade.
Temos que nos empenhar em descobrir o grande valor das pequenas coisas, para que sejam transformadas em grandes potencializadores de resultados.
                                                                                                                                        Sidnei Oliveira"

domingo, 1 de abril de 2012


ACIDENTE DE TRABALHO X DIREITOS

"Qualquer lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda, ou redução da capacidade da pessoa que esteja a serviço da empresa é um acidente de trabalho. Quem afirma é Jean Ferreira Silva, professor doutor da pós-graduação em Engenharia da Segurança do Trabalho da Universidade São Francisco (USF). A regra vale mesmo que a pessoa esteja fora do local e do horário de trabalho, se ela estiver indo ou voltando da empresa, realizando algum serviço ou fazendo algum curso pela empresa. Sabia disso?

Ana Maria Ferreira, publicitária, não sabia quando passou por um episódio lamentável. Ela trabalhava em uma agência que estava com uma parte do piso solta. “Passei sem prestar atenção e tropecei. Isso me rendeu um pé quebrado e meses de fisioterapia”, relembra. Como a empresa não se manifestou sobre o ocorrido para prestar qualquer tipo de ajuda, a acidentada arcou com todas as despesas: “Todos os gastos com médicos ficaram por minha conta. Por pura falta de informação eu não sabia que podia exigir que a empresa arcasse com as despesas”, relata.

Como chorar o leite derramado - Claro que ninguém quer sofrer um acidente – seja de trabalho ou de qualquer outro tipo. No entanto, para que a história de Ana Maria não se repita com você, saiba o que deve ser feito em casos como o dela.

Ao sofrer um acidente de trabalho, o procedimento é bem simples: basta comunicar o ocorrido ao gestor ou à área de Recursos Humanos. “A responsabilidade da empresa é prestar socorro visando o atendimento e a recuperação do acidentado”, informa Silva. “Se houver a necessidade de licença, a pessoa deve receber da previdência um auxílio, que pode ser auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente ou pensão, dependendo de cada caso”, diz ele. No entanto, quando o acidente ocorre por culpa do empregador, além do benefício, a pessoa pode receber uma indenização". (Julia Viana)